Um grupo de elite de um exército recebeu a tarefa de destruir um alvo inimigo. Entretanto, não havia muito tempo. O grupo teve poucas horas para estudar toda a estratégia necessária, sem poder treinar os movimentos que seriam colocados em prática durante a operação. Mesmo assim, todos os membros daquela missão arriscaram suas vidas, mas conseguiram sucesso. Dado o êxito alcançado, a equipe passou a treinar com alvos fictícios para novas investidas, se necessárias.
Com tempo suficiente, realizaram o primeiro treino. Estudaram as circunstâncias do local, as possíveis falhas, o revide do inimigo, mas quando a operação foi colocada em prática, falhou. Após o minucioso estudo sobre o que os teria levado ao fracasso, os líderes concluíram que a operação fracassara porque os soldados não tiveram de colocar suas vidas em risco, como da primeira vez.
(Contado por Alexandre Coelho)
E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens (Cl 3.23).

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